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#PedalNasAsas: conhecendo novas formas de recriar Brasília

#PedalNasAsas: conhecendo novas formas de recriar Brasília

A configuração de Brasília é praticamente toda baseada na circulação de veículos. Devido a essa configuração, a correria do dia-a-dia e a precariedade do transporte público; o carro acaba sendo o nosso principal meio de locomoção. Mas a cidade não se resume somente a política, correria e ao trânsito. Como citamos em outro post, tem muita ciclovia espalhada pela city e uma galera se mobilizando em prol da ocupação do nosso espaço urbano. No segundo encontro do #PedalNasAsas, que aconteceu no último domingo (25), nos aventuramos em conhecer o que as pessoas têm feito para recriar a cidade.

Saímos do nosso ponto de encontro, o Km 11 do Eixão do Lazer, na altura da 109 sul com destino ao Eixão Norte, e para nossa surpresa virmos que por lá tem uma galera aproveitando as oportunidades de lazer. “Ficamos impressionados com a quantidade de pessoas que aproveitam o Eixão do Lazer na Asa Norte”, pontuou Luiz Guimarães – Publicitário de 35 anos.
Ju, sócia do 4Legal, curtiu a galera fazendo slackline entre as árvores do canteiro do Eixão. “Aqui a galera se diverte mesmo. Bem legal. Quero aprender”, comentou a publicitária de 30 anos. Além do pessoal de várias idades praticando slackline, tinha também a do skate. Eles isolam uma das pistas do Eixão para fazerem suas manobras. Um grande exemplo de como podemos aproveitar o que é nosso.

Paramos para repor as energias. “É fácil encontrar uma barraquinha que venda água de côco ou açaí. A gente não passa sede nem fome”, pontuou Fernando, advogado de 32 anos.
De lá, seguimos para o calçadão da Asa Norte e também reinventamos o nosso passeio, fomos praticar SUP (Stand Up Peddle). Uma experiência inédita para os três aventureiros. Este foi o ápice desta pedalada. Num ambiente de águas calmas, pouco movimento de embarcações. Valeu muito a pena. Na volta, fomos conferir a ciclovia da L2 Norte. Arborizada, com poucos aclives e declives. Vale a pena. Chegamos na Asa Sul também pela L2. Afinal, curtimos bastante a primeira pedalada onde estreamos nesta via.

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